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terça-feira, 24 de maio de 2011

Caso Jeniffer Kloker



Acabou por volta das 12h20 a audiência de julgamento do caso Jeniffer Kloker, em São Lourenço da Mata, no Grande Recife, quase duas horas depois do início. O juiz da Comarca de São Lourenço da Mata, Djaci Salustiano, não acatou a solicitação do Ministério Público sobre a prisão preventiva de Dinarte Medeiros. Ele é um dos acusados de participação no assassinato da alemã e responde ao crime em liberdade. Além disso, o juiz indeferiu a solicitação de liberdade provisória de Pablo e Ferdinando Tonelli. 

O júri popular foi adiado para o dia 27 de julho. A decisão pelo juiz Djaci Salustiano foi anunciada por volta das 11h10, menos de uma hora depois de iniciados os procedimentos do julgamento, a pedido da promotoria. A decisão foi tomada em decorrência do adiamento do julgamento de Delma Freire, minutos antes. Os promotores afirmaram que Delma Freire é peça imprescindível para o julgamento dos outros acusados e, segundo eles, o adiamento entre 45 e 60 dias não teria prejuízo nenhum para o caso.

Durante as investigações, a filha de Delma, Roberta Freire, afirmou à polícia que a mãe simulava doença para receber pensão do governo da Itália, onde moravam. segundo Roberta, Delma teria chegado a arrancar os próprios dentes da arcada superior para tornar a armação mais convincente. Depois de passar por uma inspeção médica, conseguiu o atestado e, até hoje, recebe o benefício.

A filha revelou ainda que, quando os médicos chegavam à casa dela para fazer uma nova inspeção, ela se dopava de remédios e retirava a prótese dentária para ficar com características de que realmente é portadora de transtornos mentais. Dessa maneira, conseguia renovar a pensão. Roberta Freire declarou à Polícia Civil que Delma vendia parte dos medicamentos controlados que era encaminhada pelo governo italiano para o suposto tratamento dela.

Fonte:http://ne10.uol.com.br

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