O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu nesta quarta-feira (11) um inquérito que investiga o deputado federal Romário (PSB-RJ) por crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético, informa o G1.
O processo começou a tramitar na Justiça Federal da 2ª Região e foi remetido ao Supremo, depois que o ex-jogador assumiu o mandato na Câmara e passou a ter foro privilegiado. De acordo com o advogado Carlos Magno Carvalho, que cuida do inquérito, trata-se de um caso ocorrido em uma propriedade do ex-jogador em Angra dos Reis em 2007. Conforme Carvalho, Romário deixou o imóvel sob administração de amigos. Quando o ex-jogador estava em viagem, esses amigos contrataram uma empresa terceirizada para explodir uma pedra que estava atrapalhando uma passagem, com uso de dinamite.
"Uma coisa simples se tornou complicada por ser em Angra e por ser uma propriedade do Romário. Quando ele tomou conhecimento, me comunicou e nós comparecemos espontaneamente na delegacia da Polícia Federal em Angra", disse o advogado. Carvalho afirma que Romário foi avisado de uma incursão da PF ao local pelos amigos que cuidavam da propriedade.
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